Notícias


Yeda inaugura RSC–471 amanhã PDF Imprimir E-mail
Conteúdo
Escrito por Gazeta do Sul   
Ter, 14 de Dezembro de 2010 16:44
Compartilhe

Depois de mais de sete anos do início das obras, a governadora Yeda Crusius inaugura o eixo-norte da RSC–471 nesta quarta-feira, às 10 horas. A partir de amanhã os 111,6 quilômetros do trecho que é considerado o novo corredor de exportação do Sul do País, ligando o Norte do Estado ao Porto de Rio Grande, estará liberado para o tráfego de veículos. 

Sob responsabilidade da Construtora OAS, a finalização da obra depende apenas da conclusão do lote 2, entre Herveiras e Vera Cruz. As equipes estão concentradas em um trecho de um quilômetro na subida da Serra, entre Vale do Sol e Herveiras.

A chuva desse domingo não impediu a realização das últimas detonações. Os operários se concentram na subida da Serra, onde estão concluindo a colocação da base com macadame (pedras brutas) em um trecho com um quilômetro. Falta ainda a colocação de brita fina e o asfalto. No trajeto próximo, ocorre a finalização do asfaltamento. Os profissionais vão trabalhar ininterruptamente até o final da obra.

Outras equipes trabalham desde Gramado Xavier até Vera Cruz na sinalização e colocação de defensas metálicas. No alto da Serra, o asfalto está em condições de tráfego desde a Linha Cinco, interior de Sinimbu, até Barros Cassal.

O lote 1, com 54 quilômetros entre Barros Cassal e Herveiras, foi concluído no final de agosto pela Construtora Andrade Gutierrez. Na semana passada, a Construtora Conterra concluiu o asfalto no lote 3, com 20,6 quilômetros, entre Santa Cruz e Vera Cruz. No local, operários ainda trabalham em ritmo acelerado para finalizar os acabamentos.

Desafogando o fluxo de veículos na Região Metropolitana, a rodovia vai diminuir em 110 quilômetros a distância entre o Planalto Médio e o Porto de Rio Grande. O eixo sul da estrada foi inaugurado em 17 de dezembro de 2008.

O itinerário da governadora

A governadora Yeda Crusius vai chegar de helicóptero no quilômetro 47 da rodovia, próximo à entrada de Herveiras, onde vai descerrar uma placa. De lá, ela segue para o viaduto Francisco Alves, onde fará uma caminhada. Depois vai de carro até o entroncamento da rodovia com a RSC–287, em Vera Cruz, onde ocorrerá a solenidade oficial. De lá, ela segue mais dois quilômetros para inaugurar o lote 3 da nova estrada.

 
Colégio de Canela é a melhor escola pública do país PDF Imprimir E-mail
Conteúdo
Escrito por Zero Hora   
Sex, 26 de Novembro de 2010 12:49
Compartilhe

Instituição se destacou entre 1,8 mil por atividades extras em turno integral

Na tarde de ontem, a diretora da Escola Estadual Neusa Mari Pacheco, Vera Morais, foi recepcionada pelos estudantes com palmas e assobios. Ela voltava de Brasília, onde recebeu o troféu mais importante dos 97 anos da instituição: o de melhor escola pública no Prêmio Sesi Qualidade da Educação.

Basta entrar na escola para perceber por que o troféu e um cheque gigante de R$ 20 mil decoram a sala da direção. Nos corredores, todos os alunos cumprimentam quem passa. A coleção de “Boas Tardes” leva a salas de aula especiais que incentivam os 1.120 alunos a permanecerem na escola em turno integral, das 7h35min às 17h15min, todos os dias da semana.

Além das aulas tradicionais do currículo pedagógico, esses estudantes têm oportunidades de cair na piscina e aprender natação nas aulas de educação física. Ou ainda entrar numa sala de aula onde o quadro-negro foi substituído por espelhos, e as classes, por aparelhos de ginástica.

Turno integral derrubou evasão a 1,3% em 2009

As aulas de ecologia e agricultura em dois centros especiais, em linhas no interior de Canela, também são programas que qualificam a escola e justificam o destaque nacional. O prêmio foi disputado com 1,8 mil escolas na primeira fase e 75 na segunda. A escola canelense foi a única gaúcha entre as 10 premiadas.

— Esse prêmio é o resultado de anos de gestão em disciplina e educação. Vejo como nosso diferencial o respeito à opinião dos pais e nosso plano pedagógico voltado às necessidades da cidade, preparando os alunos para o mercado de trabalho — entende a diretora.

Os alunos, desde a Educação Infantil até o Ensino Médio, respondem aos programas da escola com participação e aprovação. Desde 1994, quando o turno integral foi implantado, a evasão caiu de 34% para 1,3% em 2009, e o de repetência despencou de 28% a 3,5% em 15 anos.

— A escola tem matérias para aprender a lidar com vários tipos de plantas, animais. O ensino da escola é muito bom, reforçado, e com o turno integral se pode tirar várias dúvidas — elogia a aluna Reicla Machado dos Santos, 14 anos.

 

 
Comissão vai implantar o Observatório Social PDF Imprimir E-mail
Conteúdo
Escrito por Gazeta do Sul   
Qui, 25 de Novembro de 2010 15:35
Compartilhe

Em breve, Santa Cruz do Sul será uma das 60 cidades do Brasil a contar com um mecanismo para acompanhar o desempenho dos administradores públicos. A ideia de implantar um Observatório Social no município avançou na manhã de ontem, quando foi constituída a comissão que irá trabalhar para a concretização da proposta. O processo foi conduzido pelo coordenador do Comitê Tributário Permanente de Santa Cruz, Adilo Rebhein, em uma reunião-almoço no restaurante Quiosque da Praça.

 

O grupo é formado por representantes de dez entidades e instituições, entre líderes empresariais e sindicais, universidade e órgãos de controle fiscal (ver boxe). Caberá à comissão sensibilizar a classe empresarial, contribuintes e comunidade da importância social e econômica dos tributos; informar a composição da carga tributária na renda, no consumo e na propriedade e criar e difundir instrumentos de controle da transparência na aplicação dos recursos públicos.

 

Segundo o vice-presidente do Observatório Social do Brasil, Pedro Gabril Kenne da Silva, Santa Cruz é um dos 20 municípios gaúchos indicados para receber o organismo, que foi inaugurado em 2006 na cidade de Maringá, no Paraná. “Foram convidadas as cidades onde já havia alguma iniciativa de acompanhamento de gestão pública. O objetivo é despertar na sociedade o interesse em participar do controle social”, justifica.

 

Conforme ele, o observatório reduzirá a margem de fraudes e desvios em licitações, uma vez que será responsável por monitorá-las desde a publicação dos editais até o acompanhamento da entrega dos produtos ou serviços. Silva aposta no observatório como método de fomentar os investimentos municipais. Calcula-se que o trabalho tenha gerado uma economia de R$ 70 milhões ao cofres públicos durante o ano passado. “Com a economia, ficam disponibilizados mais recursos para investir nas áreas sociais”, afirma.

 

Comissão

 

•• OAB - Subseção Santa Cruz do Sul

•• Associação Santa Cruz Novos Rumos (Ascnor)

•• Associação Comercial e Industrial de Santa Cruz do Sul (ACI)

•• Associação de Jovens Empresários de Santa Cruz do Sul (Ajesc)

•• Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc)

•• Sindicato dos Contadores e Técnicos em Contabilidade (Sincotec)

•• Prefeitura de Santa Cruz do Sul

•• Delegacia da Receita Estadual de Santa Cruz do Sul

•• Delegacia da Receita Federal de Santa Cruz do Sul

•• Tribunal de Contas do Estado do Rio Grande do Sul

•• Comitê Tributário Permanente do município, que será representado pelas entidades que integram o colegiado

 

Entenda

O Observatório Social é uma organização apartidária, sem fins econômicos e desvinculada do poder público, instituída e mantida pela sociedade civil. Seus objetivos são promover a conscientização para a cidadania fiscal junto à sociedade e propor aos governos locais a adequada e transparente gestão dos recursos públicos por meio de ações de participação e controle social. A implantação da proposta em Santa Cruz é defendida pelas entidades e instituições que integram o Comitê Tributário Permanente do município. O primeiro passo foi dado no início do mês, quando a representante do Conselho Regional de Contabilidade e coordenadora do Observatório no Rio Grande do Sul, Sílvia Goewer, buscou mobilizar a comunidade empresarial com a apresentação da ideia durante um seminário que discutiu assuntos relacionados à educação fiscal e controle social dos gastos públicos. O primeiro Observatório surgiu em 2006, na cidade de Maringá, no Paraná. Atualmente funciona em 60 municípios brasileiros em nove estados diferentes. No Rio Grande do Sul inclui São Leopoldo, Caxias do Sul e Santa Maria. Uruguaiana, Ijuí e Lajeado, além de Santa Cruz, também estão em fase de implantação.

 
Criação do Observatório Social volta ao debate PDF Imprimir E-mail
Conteúdo
Escrito por Gazeta do Sul   
Qui, 25 de Novembro de 2010 15:22
Compartilhe

As entidades e instituições integrantes do Comitê Tributário Permanente de Santa Cruz do Sul promovem amanhã um evento de sensibilização para constituição de um Observatório Social no município. Empresários, poderes constituídos, instituições de ensino e as principais forças representativas da sociedade civil santa-cruzense estão sendo convidados para a reunião-almoço que começa às 11h30 no restaurante Quiosque.

O tema foi um dos assuntos debatidos no Seminário de Educação Fiscal realizado no último dia 5 na Unisc, também promovido pelo Comitê Tributário. “A proposta agora é avaliar a possibilidade de constituição de um Observatório Social em Santa Cruz”, esclarece o presidente do Comitê, Adilo Rebhein.

O contador Pedro Gabril Kenne da Silva, vice-presidente do Conselho Regional de Contabilidade do Rio Grande do Sul  (CRS/RS) e vice-presidente do Observatório Social do Brasil, fará uma apresentação no evento, compartilhando sua experiência nessa área e trazendo informações sobre o tema.

A reunião é aberta à comunidade e o almoço é por adesão. Informações e inscrições com Maira pelo telefone (51) 3713 1400 ou pelo e-mail qualidade@aci-scs.org.br.

 

Saiba mais

O Observatório Social é uma ferramenta de controle social da administração pública que visa incentivar a sociedade civil, por meio do trabalho voluntário de representantes de diversas entidades e organizações, a fiscalizar e a controlar os gastos públicos.

Integram o comitê as seguintes entidades e instituições: Associação Comercial e Industrial (ACI), Sindicato dos Contadores e Técnicos de Contabilidade (Sincotec), Associação das Entidades Empresariais (Assemp), Associação Santa Cruz Novos Rumos, Sindicato da Indústria do Tabaco (Sinditabaco), Associação dos Jovens Empresários (Ajesc), Sociedade das Empresas Imobiliárias (Seisc), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB/RS - Santa Cruz do Sul), Receita Federal, Receita Estadual, Prefeitura e Câmara de Vereadores.

 
Municipalizar está fora de cogitação PDF Imprimir E-mail
Conteúdo
Escrito por Gazeta do Sul   
Qui, 25 de Novembro de 2010 14:13
Compartilhe

Apesar das manifestações favoráveis à criação de uma autarquia municipal ou comunitária para gerir o abastecimento em Santa Cruz do Sul, a Prefeitura não voltará atrás na decisão de licitar o serviço. O principal argumento do Executivo reside no valores dos investimentos necessários, que inviabilizariam a municipalização. A Prefeitura também tende a não ampliar o prazo para o encaminhamento de novas sugestões ao Plano de Saneamento.

 

O estudo do plano segue em andamento, a cargo da empresa de consultoria Beck de Souza Engenharia. Durante o período aberto às sugestões da comunidade sobre o Plano de Saneamento, foram protocolados na Prefeitura quatro relatórios com várias manifestações sobre o assunto. Um deles é o dossiê elaborado em conjunto pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente, Comitê Pardo e Projeto Santa Cruz Novos Rumos. Dentre vários apontamentos, o documento cita a necessidade de o plano avaliar as condições da bacia hidrográfica que cerca o Rio Pardinho, única fonte de água da cidade.

Outro protocolo foi encaminhado por um bacharel em Ciência da Computação, que fez observações técnicas sobre os relatórios da Beck de Souza, ainda disponíveis no site da Prefeitura. Já o ex-vereador e engenheiro civil Carlos Augusto Gerhard, o Moi, protocolou um relatório onde, entre outras questões, se opõe à ideia de licitar o saneamento em 2011 – como planeja a Prefeitura. Moi defende a criação de uma autarquia municipal ou comunitária responsável pelo serviço.

O engenheiro acredita que a possível vencedora da licitação se instalará em Santa Cruz visando apenas o lucro. Já uma autarquia local, na opinião de Moi, manteria a arrecadação no município e teria maior integração com os empreendedores da cidade, possibilitando mais investimentos em parceria.

Opinião parecida tem o presidente do diretório local do Partido Verde (PV), Ernani Pereira. Embora com o prazo esgotado, Pereira – que está voltando de viagem – espera ainda conseguir protocolar seus apontamentos na Prefeitura. Ele condena a possibilidade, aberta pela licitação, de o serviço ficar a cargo da iniciativa privada. “Mesmo renovar com a Corsan seria melhor. Afinal, ela teria que fazer os investimentos previstos no plano e não visaria o lucro tanto quanto uma empresa.”

A postura do Executivo, entretanto, não deverá mudar. “A licitação é uma decisão de governo, já consolidada”, ressalta o procurador-geral do município, Luciano Almeida. Segundo ele, a Prefeitura concluiu que a municipalização seria inviável por causa dos custos iniciais do serviço. Almeida ressalta que, conforme as previsões já existentes no Plano de Saneamento, a concessionária responsável vai operar com déficit nos primeiros sete anos.

Os relatórios da Beck de Souza determinam que, de 2011 a 2017, a concessionária deverá investir R$ 17,8 milhões em abastecimento e R$ 67,2 milhões em recolhimento e tratamento de esgotos – sem contar o custo de manutenção do sistema. O engenheiros projetam que, só no primeiro ano, o prejuízo da concessionária chegará a R$ 7,4 milhões. Lucro mesmo, segundo os gráficos, só em 2018. “Enquanto a vencedora da licitação arcará com estes gastos, a Prefeitura poderá se concentrar em outros investimentos, em suas áreas de atribuição”, argumenta Almeida.

PRAZO

O procurador afirma ainda que, ao menos por enquanto, o cronograma do plano será mantido e não haverá mais prazo para novas manifestações. O quarto relatório protocolado no Executivo pedia justamente a ampliação do período para encaminhamento de demandas ao Plano de Saneamento. Assinado pelas direções dos sindicatos dos Comerciários, Vigilantes e Funcionários Municipais, pela União dos Estudantes Santa-cruzenses (Uesc), Coordenação Nacional de Lutas e  PSTU, o documento afirma não ter ocorrido tempo suficiente para a participação popular.

Já Almeida sustenta que houve tempo. Segundo ele, os relatórios da Beck de Souza estavam disponíveis na internet há mais de um mês e foram dados mais dez dias de prazo para manifestações, após a audiência pública realizada para debater o assunto. Segundo ele, as sugestões protocoladas serão agora estudadas pela empresa de consultoria. Além de definir as regras da licitação, o Plano de Saneamento fixará metas de investimentos em água e esgoto para os próximos 30 anos.

 
<< Início < Anterior 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 Próximo > Fim >>

Página 4 de 24
Banner
Facebook Twitter Orkut Blogger
Curtir a página no Facebook

Arquivos dos Projetos

Próximos Eventos

Não tem eventos

Nossos apoiadores

Negocianti