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Escrito por Gazeta do Sul
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Ter, 25 de Outubro de 2011 13:05 |
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O deputado defende que a obra seja feita em módulos, como foi o Autódromo Internacional. Primeiro seriam erguidas as estruturas de base e depois os prédios e gramados suplementares.
“Quero entregar a terraplanagem, o campo, dois módulos de arquibancadas – nos moldes das do autódromo – e a iluminação até o final do meu mandato de deputado. Assumo esse compromisso com a comunidade”, afirmou Sérgio Moraes. Segundo ele, seriam necessários cerca de R$ 5 milhões para essa primeira parte.
A proposta do grupo de investidores foi apresentada e inclusive já recebeu aval do comitê gestor da Prefeitura. O projeto foi elaborado a partir de um plano altimétrico da área. Nesse caso, não seria um espaço público, e sim uma estrutura empresarial a ser explorada principalmente para fomentar as atividades esportivas, em especial o futebol, como formação de atletas e treinamentos e jogos de equipes profissionais.
A Prefeitura, no entanto, ainda não autorizou a cedência da área. O grupo tem pressa para tentar incluir a arena na programação da Copa do Mundo de 2014. Segundo estimativas extraoficiais, toda a estrutura poderia ser erguida em oito meses.
Enquanto isso, persistem as divergências sobre o local escolhido. A Associação Santa Cruz Novos Rumos chegou a sugerir que fosse estudado um ponto mais próximo e de acesso mais fácil – inclusive por meio de transporte coletivo urbano –, como nas adjacências do Lago Dourado ou na localidade de Linha João Alves, mas o grupo alega que os processos de licenciamentos ambientais atrasariam a conclusão, inviabilizando a participação na Copa. Os responsáveis contam com a licença já concedida ao Parque de Eventos para iniciar os trabalhos. Algumas pessoas sugerem o Parque da Oktoberfest, pela localização central, mas Sérgio Moraes argumenta que o espaço não comporta a estrutura.
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